terça-feira, 28 de julho de 2015

O Final de Semana foi cheio de alegria e diversão!!
Passeio a Bento Gonçalves, com muita conversa, degustações, passeios em pontos turisticos, passeio de trem!!
Venha participar desse mundo e das nossas próximas viagens!
SEU BEM-ESTAR É O QUE NOS FAZ FELIZ!

Venha conhecer nossas novas atrações que iniciarão no mês de agosto!!!!

Tudo para que você fique ainda mais ativo tanto na mente quanto no corpo!!

Confira nossa lista de atividades:

ACOMPANHAMENTO TERAPÊUTICO

       TRABALHAMOS COM O ACOMPANHAMETO TERAPÊUTICO AQUI NA MP

      O acompanhamento terapêutico tem como função ajudar o idoso num momento difícil da sua vida, atuando junto a outros tratamentos dentro de um enfoque interdisciplinar e se realizando fora do consultório: na residência, no geriátrico, na rua. O motivo pode ser uma doença, como o Mal de Parkinson, uma deficiência física, seqüelas de um AVC, demências, recuperação de uma cirurgia, impossibilidade de lidar com problemáticas que impliquem sofrimento psíquico, depressão, lutos não elaborados, ou, simplesmente a impossibilidade de fazer terapia no consultório. Nesses casos a atuação de um at poderá ajudar o idoso na elaboração do luto. Elaboração de um luto por um corpo perdido, objeto narcisícamente carregado. Elaboração de um luto pela perda dos papeis sociais. Elaboração de um luto pela perda de laços afetivos e, por último, ajudá-lo a elaborar as situações que o enfrenta à angustia de morte.

   O ato proporciona ao idoso suporte necessário, por meio de acolhimento, amparo e sustento, para a realização do trabalho de elaboração das perdas e restabelecimento do equilíbrio, que pode resultar em uma melhora na auto-estima. Isto se torna possível, pela escuta diferenciada do at, pelo suporte e pela presença física do acompanhar e pelo desejo de estimular a ressignificação da vida do paciente. Tudo isso apoiado pelo conhecimento da história de vida do sujeito, de suas relações familiares e do meio social ao qual pertence.


CONTATO: (51) 3311 6547

Email: maturidadedigital@gmail.com

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Bom tarde!!! Amanhã é dia de Confraria do Formigueiro!!
Não esqueça, é no Lagom Pub a partir das 19 horas.
Espaço dedicado a todos que gostam de um bom papo!!
Venham juntar-se a nós! Sua presença será mega bem-vinda!!

O papel da avó na educação


É consenso que as avós representam sabedoria, experiência, afeto e carinho. Mas, quando os netos entram em cena, em alguns momentos essa relação pode desandar e, de repente, explode um atrito. Nada mais natural. De um lado, a mãe e o pai impõem uma série de regras na hora de criar os filhos. Do outro, o avô e a avó distribuem mimos que parecem colocar tudo a perder – e, às vezes, querem instituir sua própria cartilha de educação. Para escapar dessa saia-justa, a primeira regra é conhecer a função de cada personagem na história. “Costumo dizer que o papel dos pais é educar os filhos e o dos avós é estragar os netos”, diz, brincando, a psicóloga Angélica Capelari, professora da Universidade Metodista de São Paulo. Por estragar, entenda dar carinho, amor, proteção e muitos presentes.
A psicóloga clínica Mara Pusch, da Universidade Federal de São Paulo, concorda: “A responsabilidade da educação é dos pais, e esse é um dos motivos pelos quais os netos e os avós se entendem tão bem”. Quando essas funções estão bem claras, fica mais fácil lidar com os desafios que aparecem. Um exemplo: você não precisa se descabelar diante de uma infração cometida pela criança sob a batuta dos avós. Afinal, eles estão aí justamente para atender os caprichos dos netos e planejar, com os pequenos, perdoáveis atos de rebeldia. “Se existir respeito pelos critérios e hábitos estabelecidos pelos pais, não haverá prejuízo para a autoridade paterna”, diz Mara.
Com o tempo, você também vai descobrir que a avó – aquela figura que, inicialmente, parecia tão implicante ou dona da razão – é quase uma enciclopédia de dicas sobre a maternidade. E, convenhamos, não dá para desprezar tanta sabedoria. “Como a avó tem mais experiência, ela pode ser uma boa fonte de consultas nos casos em que a mãe não sabe como agir com a criança”, diz a psicóloga Olga Inês Tessari, de São Paulo. O problema surge quando a mais velha, por se considerar pra lá de experiente, quer tomar conta da situação, não respeitando as regras da mais nova. Aí, você tem duas táticas a seguir.
A primeira é abrir o jogo e ter uma conversa bem franca com a avó, seja ela a sua mãe ou a sua sogra. “Explique que aceita de bom grado os conselhos, mas prefere escolher você mesma de que forma vai agir com o filho”, sugere Olga Tessari. Trata-se de um diálogo difícil, lembra a especialista. Mas, se for bem conduzido, com calma, sem ofensas e com amor, traz bons resultados. Outra estratégia é fazer o que popularmente se chama de “ouvido de mercador” e filtrar o que diz a avó. Isso vale principalmente quando ela é do tipo que não dá brecha ao entendimento. “Nesse caso, o recomendável é simplesmente ignorar e fazer do seu jeito. Mas sem entrar em discussão ou provocar atritos”, aconselha Angélica Capelari.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Exercícios na terceira idade: tempo de cuidar do corpo e da mente

         É possível começar rotina de exercícios físicos na terceira idade, até para quem levou uma vida sedentária. Exercícios são para pessoas na “flor da idade”. Na velhice, já não é preciso se preocupar. Estas ideias são citadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na lista de cinco mitos disseminados pelo mundo sobre as atividades físicas. Para a agência especializada, ser idoso nos países em desenvolvimento começa aos 60 anos. A partir desta idade, é recomendada a prática de exercícios aeróbicos de média intensidade por pelo menos 150 horas na semana.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Cérebros de idosos seriam mais "lentos" por terem mais dados

Pessoas mais velhas não tem raciocínio mais lento, mas mais informações para processar. 
A conclusão é de um estudo de pesquisadores da Universidade de Tübingen, na Alemanha.
No trabalho, eles verificaram que computadores que tivessem apenas de processar um grande volume de informação funcionavam de forma semelhante ao cérebro de um adulto.

Entretanto, quando os cientistas incluíam no experimento fatores que simulavam a vivência humana, as máquinas demoravam mais a dar respostas ainda que mantivessem as mesmas taxas de processamento - em função do maior número de dados a ser levado em conta.
Aniversários
Para comprovar sua tese, um dos exemplos usados por Michael Ramscar, que liderou a pesquisa, são datas de aniversário.
"A cada novo aniversário que temos que guardar, nossa exposição média para todos os aniversários cai, e a tarefa de lembrar um aniversário em particular se torna mais difícil", afirmou em seu artigo o especialista na área de linguística.
Na última semana, outro estudo sobre idosos apontou que o uso de games de dança pode ajudar a conter a incontinência urinária em senhoras.